Ressaca da volta da viagem (sem filhos)

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A Luiza testá SUPER carentona, tipo ursinha panda, agarradinha. Vai que resolvo viajar para “BU” (como ela chama Istambul) de novo ne? Entãp é “cólo” e “mamãe” o tempo todo. E pra dormir… ai preguiça, é aquela enrolação. Ontem achei que já tava na hora de cortar (2 semanas depois da minha volta, demorei ne?) e o tempo fechou lá em casa.

***

Saber das consequências da volta, faz parte de viajar sem filhos. Quando as crianças são bebê, não tem noção de horas, tempo ou distância. A gente sai e volta, eles devem sentir um vazio e nem sabem direito o que é aquilo.  Por outro lado, a medida que vão crescendo, fica mais fácil conversar, dai faço painéis, colagens, bilhetinho e surpresas para compensar minha ausência.

Uns dias antes de ir e uns dias antes de voltar, o coração fica apertado.

Mas, no fim, da sempre tudo certo. Entre Cuba, a Califórnia, Nova York, o Japão, a Malásia, o Rio, Amsterdan, rolaram algumas febrinhas e alguma manha. Mas também muitos presentinho e histórinhas sobre o banho no japão, o museu de Nova York, a neve, os camelos do deserto, as comidas diferentes e a diferença de horários. E dai, logo que chegamos de uma viagem em que não levamos as crianças, já começamos a pensar em uma, para fazer com eles!!!

Patricia Papp é mãe do Pedro e da Luiza e ama viajar em família. É autora do livro "Como Viajar com Seus Filhos Sem Enloquecer" e "Praias do Nordeste com Crianças".

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4 comentários

  1. Responderflavia fiorillo

    Nossa, que bacana! Vou procurar o livro quando sair!
    Você é diretora de arte chic, né Patricia? Eu também sou/era. Notou a crise existencial de quem estea mudando de carreira? 🙂
    Seu blog é tudo de bom, já coloquei no blogroll, ok?
    Eu confesso que passei muito tempo dentro de avião com meus dois, ainda estou de ressaca disso.

    Vokte sempre, adorei te conhecer!
    beijos
    flavia

  2. ResponderCarol Garcia

    já estamos mais que conscientes que as viagens sem o isaac vão ser cada vez mais doloridas e difíceis.
    eles entendem sim, mas sentem mais também.
    fora que coração de mãe é uma coisa, né?
    to naquela catança, fazendo de tudo pra que o pequeno consiga acompanhar a gente na próxima, que se Deus quiser, vai ser alemanha.
    bjocas
    carol
    viajandonamaternidade.blogspot.com

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