Beach Park: 6 coisas incríveis e outras 2 não tanto

Beach Park: 6 coisas incríveis e outras 2 não tanto

Sem medo de exagerar, eu arrisco dizer que o Beach Park é a atração mais legal do país para famílias. Tem coisas legais para todas as idades e, de quebra, tem uma praia delicinha em volta.

É claro que sendo uma blogueira “sincerona”, não vou deixar de apontar um ou outro ponto negativo. Mas nada que me faça mudar de ideia sobre a qualidade do Beach Park, que fica em Fortaleza (CE).

Começando pela parte positiva.

1. Vaikuntudo

Esse brinquedo é o favorito meu e do Theo. Adoramos de paixão! É um tobogã gigante – de 25 metros, em que a diversão começa em um funil igualmente imenso. É de lá que sai a bóia para quatro pessoas.

Primeiro você acha que vai sair voando. Mal esse pensamento saiu da sua cabeça e você já entra girando no tubo e com muita rapidez (até 43 km/h). É bem radical e dá muuuuiito frio na barriga desde o comecinho. Mesmo assim o Theo, que tem 8 anos, adorou – e fomos muitas vezes.

2. Acqua Circus

Liz elegeu essa a sua parte favorita do parque. Não tem muito como argumentar porque, de fato, é incrível para crianças pequenas. Um parquinho inteiro – com gangorra, balanço, escorregador, etc – com o chão de água e com esguichos te surpreendendo de todos os lados… Não tem como melhorar!  Aliás, os maiorzinhos curtem muito também. Fora que é o lugar mais “instagramável” do Beach Park! 😉  

3. Atlantis e Tchibum

Diante do protestos dos meus filhos quando eu pedi para eles escolherem só um brinquedo favorito, deixei acrescentarem mais um cada. Theo escolheu o Atlantis, que também vai com uma bóia com quatro pessoas e parece tranquilinho. Não se engane! Dá uma sensação de medo-delícia do começo ao fim.

Já a Liz escolheu o Tchibum, uma atração ideal para os menores (ela tem 5 anos!), porque as crianças podem ir sozinhas na bóia.

4. Segurança

Além dos brinquedos caprichados, acho muito boa a segurança do parque. Sempre há vários salva-vidas por perto, inclusive nos brinquedos mais simples, onde a piscina é rasa. Me sinto bem segura de levar as crianças lá.

5. Hotéis

Para quem viaja com criança, não ter que pegar o carro para ir até o parque é uma bênção. Economiza tempo e também uma minidose de estresse com o esquema “pegamos tudo?”, “estão com cinto?” e por aí vai.

A facilidade de poder voltar ao quarto no meio do dia também é ótima, porque sempre acaba ficando algo para trás. A fralda (ufa, dessa fase eu passei!), o chapeuzinho ou a toalha ou o protetor solar… Quer dizer, pelo menos na minha família é um pouco assim! São quatro opções de hotel – um para cada tipo de cartão de crédito 😉

6. Rádio Beach Park

Parece uma coisa secundária, admito. Mas passar o dia inteiro ouvindo musiquinha chata ia ser bem irritante. Lá no parque, a seleção é super bem feitinha e agrada a todos. Assim, a trilha sonora escolhida acaba só deixando tudo mais divertido.

PONTOS NEGATIVOS

1. Horário de funcionamento

Se não me engano, o Beach Park funciona das 11h às 17h por conta da manutenção dos brinquedos, que é feita pela manhã. Se for isso mesmo, acho um motivo nobre. Mas ainda assim, continuo achando o horário bem ruim.

É chato porque as crianças ficam loucas de ansiedade até as 11h da manhã. É pouco prático porque é bem no horário do sol forte – e seria lindo ir com bebês, por exemplo, de manhãzinha. Fora que no verão (e acho que é sempre verão por lá), dá muita vontade de ficar até mais tarde.

2. Alimentação

Concordo que o esquema de comida por quilo existente no parque é ótimo para famílias, assim cada um come o que quer. Mas o custo benefício é complicado. Sei que é assim em parques desse porte – no Beto Carrero tivemos o mesmo problema -, mas não poderia deixar de citar esse ponto.

Na Disney, por exemplo, tem opções mais baratas (e de qualidade mais baixa), outras mais saudáveis e mais caras um pouco e até restaurantes bem legais. E, não, não acho que estou exagerando de comparar Beach Park com a Disney – pelo preço do ingresso e pela qualidade das atrações, acho válido. Fora que há sempre espaço para melhorar, não?  

Dica: antes de comprar sua passagem, acho que vale MUITO medir seus filhos e checar no site do Beach Park as alturas permitidas para cada atração. Acho que ajustar as expectativas das crianças nesse ponto é fundamental para a viagem ficar mais divertida.

Dica 2: A praia do Japão, que fica a uns 20 minutos ou meia hora do Beach Park – é uma delícia para famílias. As crianças fazem a festa nessas “piscininhas” no mar. Olha a cara de felicidade da Liz <3 



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Mariana Della Barba é jornalista e mãe do Theo e da Liz. Desde a barriga, os dois já foram “contaminados” por aquele bichinho que dá coceira se a gente fica muito tempo em casa 😉 Ama levar os filhos para turistar mundo afora, mas também na sua própria cidade. Tanto que escreveu o guia “São Paulo com Crianças”, lançado pela Pulp.

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1 comentário

  1. ResponderKarla Espíndola

    Boa noite!
    Sou de Fortaleza, li o seu post, ele está bem detalhado. Gostaria de acrescentar que os hospedes dos hotéis do Beach park, uma vez por semana, tem um dia específico que podem entrar as 9h no park, as famílias são conduzidas pelos monitores dos hoteis e dois brlnquedos ficam disponíveis só para os hospedes.
    Nos hotéis existem programação para as Crianças e funciona muito bem, ja testei. Também a noite, no vila azul do mar, tem várias atrações como shows de humor, bandas e apresentação de folclore local.

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