Beto Carrero – Cinco coisas muito legais e outras duas não tanto

Beto Carrero – Cinco coisas muito legais e outras duas não tanto

“Eu topo!”, disse ao meu irmão assim que ele deu a ideia de irmos com a família toda para o Beto Carrero World. Na verdade, eu topei mesmo antes de ele terminar a frase 😉 E minha empolgação vinha de tudo que já tinha lido (inclusive aqui no blog) sobre esse parque.

Então, eu já cheguei lá sabendo que ia ser legal, mas confesso que não esperava que ia ser tããão divertido. Todos da minha família curtiram – do meu sobrinho de 3 anos até a minha mãe.

Esse ranking abaixo leva em consideração especialmente a opinião dos meus filhos – o Theo, de 8 anos, e a Liz, de 5 – porque, no fim das contas – é o que conta mais. Eu palpitei em apenas alguns dos itens 😉

As 5 coisas mais legais do Beto Carrero

  1. Montanhas-russas

    Nunca na história dessa casa esses dois irmãos se divertiram tanto em brinquedos radicais. Mas é claro que eu e meu marido aproveitamos muito também!

    Star Mountain – Theo: “Eu adorei muito! Tanto que fui duas vezes. Na primeira, não sabia que tinha looping. Quando eu vi, já estava quase na nossa vez. Fiquei sem saber se eu ia ou não. Fui. Adorei. E também foi bom porque agora eu não tenho mais medo de looping! Dá muito friozinho na barriga!”

    Tigor Mountain. Liz: “Eu também fui duas vezes de tanto que eu gostei. E nas duas eu levantei a mão e gritei!” A Liloca teve sorte porque com seu 1,12 metros pôde ir nessa montanha-russa, que autoriza crianças a partir de 1,10. Ufa! Foi a primeira vez que ele foi em uma montanha-russa de verdade, e achei que foi um ótimo lugar pra ela fazer essa estréia!

    FireWhip: É uma montanha-russa BEM intensa, inclusive com loopings invertidos, o que significa que o trilho fica em cima da sua cabeça, e seus pés ficam pendurados. Eu e o Theo chegamos na boca, mas na hora de sentar na cadeirinha, ele desistiu. Então, fica aqui meu registro aos funcionários, que foram super compreensivos com a gente e incentivaram o Theo a voltar em uma próxima visita. Fofos!

  2. Brinquedos de água

    Tchibum: Theo: “Foi o meu brinquedo favorito. Disparado! Dá um medinho nas subidas, principalmente a hora que dá uma paradinha lá em cima. Mas daí o barquinho cai com tudo e é muito bom. Se você der sorte, você se molha inteiro!” Sim, meu filho acredita que quanto mais molhado, mais divertido.
    *Dica: Dependendo do clima, vale levar uma roupa extra ou uma capa de chuva.  

    Crazy River. Liz: “Foi muito legal o brinquedo da bóia laranja. Todo mundo foi na mesma bóia, isso foi o que eu mais gostei. Tem horas que vai devagarzinho, tem horas que vai rapidão. E pode ser que você fique só um tiquinho molhado ou muuuuito molhado!”
    Além de ser o brinquedo mais divertido para se ir em família, vale dizer que ele é muito caprichado, como toda a área do Madagascar. Padrão Disney!

  3. Shows

    E falando nisso, o Madagascar Circus Show é incrível – tanto para as crianças mais velhas como para as mais novinhas. Aliás, minha família também adorou outro show, o Blum – lindíssimo! Bom, os shows serão assunto para outro post, mas não tinha como deixá-los de fora desse top 5 porque, de fato, foi uma das coisas que mais me surpreendeu positivamente!

  4. Palácio do Sorvete

    O Theo e a Liz não me perdoariam se eu não colocasse essa sorveteria incrível nessa lista. É um lugar meio retrô, com um extenso cardápio cheio de sorvetes  incrementados, como os clássicos Banana Split e Sundae, além dos mais fofos, que  vinham em forma de boneco de neve ou ursinho com orelha de chocolate e olhos de M&Ms. Tudo (incluindo guarda-chuvinha de chocolate) despertou muitas memórias da minha infância! 

  5.  Limpeza / organização

    Todos os adultos da minha família ficaram super impressionados com a limpeza e organização do parque. Nada de lixo no chão, banheiros bem limpinhos (a grande maioria com trocador), filas organizadas e funcionários muitíssimo bem preparados para nos orientar, sempre com muita educação. Adoramos!

Não tanto legal…

  1. Comer e beber

    Em nenhum grande parque do mundo, comer é algo barato. Sabemos disso. Mas no Beto Carrero, o custo-benefício é bem ruim. Comemos em um restaurante por quilo na praça de alimentação (que tem um carrossel bem legal!) e na lanchonete do Velozes e Furiosos. Nos dois casos, achamos a comida cara (cerca de R$ 40 o prato) e sem gosto. A pipoca custava R$ 10.
    *Dica: o restaurante que de frente para a Star Mountain (ao lado de um gorila) é o que mais vale a pena, na nossa opinião, por ter uma comida mais caseira e um ambiente aberto, mais tranquilo.

  2. A falta de avisos na Monga

    Começo dizendo que o Theo adorou a Monga. Pra ele, foi um grande marco ter ficado até o final, apesar do pavor na hora da transformação da mulher. Eu também curti reviver esse clássico (aterrorizante) da minha infância! Mas dentro da atração, vimos um menino desesperado, cujo pai só topou tirá-lo dali quando eu já estava saindo em mesma com o garoto. Na saída, também vimos uma menina soluçando apavorada. Sugeri aos funcionários o que repito aqui: acho que vale muito a pena sinalizar na entrada o quanto o brinquedo é assustador e determinar um limite de idade, para evitar experiências traumáticas nas crianças.

Vou escrever mais um post sobre o parque, mas quem tiver dúvidas, é só deixar nos comentários!

 

 

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Mariana Della Barba é jornalista e mãe do Theo e da Liz. Desde a barriga, os dois já foram “contaminados” por aquele bichinho que dá coceira se a gente fica muito tempo em casa 😉 Ama levar os filhos para turistar mundo afora, mas também na sua própria cidade. Tanto que escreveu o guia “São Paulo com Crianças”, lançado pela Pulp.

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14 comentários

  1. ResponderJúlia

    Oii! Você não mencionou o excalibur… Que inclui almoço e achei o custo beneficio maravilhoso… Comida boa e a vontade… Combinada com o show!

  2. ResponderCarol Leal

    Nós fomos em setembro do ano passado e ficamos TDS encantados vale muito o passeio. E concordo em relação a monga minha filha ficou desesperada eu n consegui sair com facilidade pois é um local escuro cheio de pessoas em pé, os outros itens também concordo!!! RS quem n foi, e tiver a oportunidade vá é um excelente passeio para toda a família!

  3. ResponderLuciana G Fernandes

    Olá !
    A respeito das recomendações de faixa etária e quão assustador pode ser o show para as crianças concordo muito. Passamos por um grande desconforto na atração do Scalibur. Minha filha de 4 anos estava empolgadíssima com a apresentação, até que os cavaleiros começaram a ser mortos e um deles foi empalado na nossa frente, espirrando “sangue” na nossa mesa inclusive no rosto do pai dela. A coitada ficou em desespero e foi difícil acalma-lá. O show é fantástico para adultos, crianças maiores ou no caso dela se soubessemos o que viria já teríamos a preparado dizendo que era apenas encenação…

  4. ResponderFernanda

    Oi, adorei o post, e concordo com a questão de orientação sobre o limite mínimo de idadetb tenho uma colocação a fazer: ano passado fomos em um grupo de pais e crianças, todas da mesma faixa etária, que pagaram o mesmo valor de entrada, mas duas não tinham altura pra maior parte dos brinquedos (por questões de segurança) e claro que isso é muito sério e tem que ser respeitado, mas partindo disso a determinacao de valores de ingresso deviam então considerar a altura tb e não dó a idade! Já que é a altura que determina a entrada em vários brinquedos 🙂

  5. ResponderVanessa

    Já fui ao parque duas vezes. Na primeira vez, sem filhos e há uns anos, tive a mesma opinião quanto a comida. Mas dessa vez almoçamos em um restaurante que fica na praça da alimentação, mas do lado de fora. Self service sem balança. Comida deliciosa e preço justo. Pena que não gravei o nome.

  6. ResponderKeila

    Sabe que minha filha de 4 anos na época passou meses tendo pesadelos com a Monga?! Isso pq assim que ela começou a se desesperar sai correndo de lá com ela – bem, correndo não é bem a palavra, pq naquela escuridão até a gente achar a saída o estrago já estava feito, coitadinha!

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